A IMPORTÂNCIA DA ACADEMIA DE LETRAS
DO VALE DO PINDARÉ
Acadêmico Dr. Altemar Lima

Senhoras e senhores, digníssimos confrades e confreiras, ilustres autoridades. Senhora Ana Carolina Neres, musa e companheira, em nome de quem saúdo as damas e cavalheiros aqui presentes.
Com a alma em festa e a palavra em reverência, saúdo a todos os que hoje ingressam nesta Augusta Casa. Parafraseando o poeta romano Horácio, ergue-se aqui um monumento mais duradouro que o bronze! É esse monumento imaterial, tecido de tinta, afeto e intelecto, que a Academia de Letras do Vale do Pindaré, guardiã da nossa herança mnemônica e trincheira ativa da inteligência, consagra esta noite histórica para os píncaros da posteridade.
Antes de avançarmos pelas veredas do porvir, curvemo-nos respeitosamente à memória daqueles que abriram as clareiras da arte e do pensamento no rincão sagrado do Vale do Pindaré. Saudamos o Professor Pedro Filho e a Professora Conceição Freire, que no exercício laborioso do magistério semearam sabedoria e mentes críticas. Saudamos o Poeta Antônio José e o Poeta Leonel Gurim, que transmutaram a dor existencial e a esperança telúrica em ritmo, carne e rima. Saudamos o prosador Cantanhede, cuja narrativa ancestral guarda o sabor indizível das histórias contadas à beira do fogo, e o romancista José Maria Viana, que dotou o Vale de enredos habitados por almas pulsantes. Saudamos o artista plástico Ezequiel Dias, que com a terna bravura de seus pincéis fixou em telas a geografia do nosso encantamento, e o filósofo Luís Almeida Sampaio, que nos ensinou a arte de perguntar — pois, se filosofar é aprender a morrer, é também, e fundamentalmente, aprender a viver com soberania e sentido.
Ao fincarmos, com o vigor dos fortes, as colunas indeléveis desta Arcádia ribeirinha, importa proclamar em alta voz o nosso maior orgulho: esta Casa é a morada simbólica de Ferreira Gullar. Acolher o legado do maior poeta maranhense do século XX, um dos titãs da literatura brasileira de vanguarda, não é um mero ato de deferência protocolar; é a nossa profissão de fé na força telúrica da palavra. Gullar, que fraturou a rigidez do verso clássico com o seu “neoconcretismo” e que, no exílio penoso, operou o milagre estético e político do “Poema Sujo”, ensinou ao Brasil que a poesia é uma necessidade visceral do homem-espírito! Ao gravarmos o seu nome na fachada nobre desta instituição, assumimos o compromisso com a sua máxima mais desconcertante e verdadeira, inspirada na poética de Pessoa: “A arte existe porque a vida não basta.” Se a realidade imediata tantas vezes nos comove e silencia, a egrégora de Ferreira Gullar nos convoca a subverter o óbvio e a traduzir o Vale do Pindaré em alteridade, beleza e permanência.
A insurgência desta Academia é a prova do amadurecimento intelectual da nossa região. Fundá-la constitui um ato de profunda justiça cognitiva: o que significa declarar, perante a geopolítica do conhecimento, que o saber e a cultura não habitam com exclusividade as capitais litorâneas ou os eixos metropolitanos centrais. Significa também oferecer uma lente de imanência à efemeridade furiosa da modernidade, lançando um olhar que se detém no que resiste ao tempo — ou seja, a palavra bem lavrada, o argumento consistente e a estética que não se rende à tentadora provisoriedade mercadológica dos tempos presentes.
Esta Academia, inicialmente enraizada na identidade de doze municípios, projeta uma voz cuja ressonância assume estatura estadual e nacional. Como bem escreveu Fernando Pessoa, e mais tarde ecoou Caetano Veloso, nossa pátria é nossa língua; portanto, onde houver um falante do português que se emocione com o verso e o anverso da obra de Paulo Rodrigues ou com a argúcia luminescente de Ferreira Gullar, ali estará operando a fleuma cintilante e a soberania literária do Vale do Pindaré!
A representatividade territorial é a própria ossatura da nossa missão institucional. De São João do Caru a Pio XII, de Satubinha a Santa Luzia, que ecoe uma certeza incontestável: esta Academia é a voz de um povo que se exala, se exalta e se autorreconhece. Afinal, como ensinava Plutarco, “a pátria não se limita ao solo, mas define-se nas leis, nos costumes e na cultura compartilhada.”
Neste território singular, tece-se também um novo paradigma formativo. Recusamos a herança fraturada do cartesianismo que cindiu historicamente a razão da emoção, instituindo uma assepsia emocional na vida do espírito. Ousamos saudar, nesta Casa, a Pedagogia da Alegria, ancorada na Ética de Spinoza, em que a alegria é compreendida como a passagem necessária para uma maior potência de agir e de pensar, e na eudaimonia aristotélica, que busca o florescimento pleno das virtudes humanas. Esta simbiose entre o cognitivo e o afetivo se estabelece aqui como a nossa principal contribuição ao ecossistema cultural e educacional do país.
Esta Academia nasce sob a insígnia da ousadia. E, sim, precisamos ousar, como ousou Darcy Ribeiro no campo da Educação e da Antropologia, ao buscar compreender, com categorias próprias de análise, a alma brasílica da nossa gente, ancorada em sua estética e em sua força miscigênica singular, inferindo que a confluência étnica de povos distintos é a nossa maior virtude, e não o seu contrário!
Queridos confrades e confreiras, senhoras e senhores.
A pior das crises que se vive hoje é a crise da inventividade, mas a alma pulsante, criativa e generosa de nosso povo é persistente e irreverente por natureza! Diante de uma educação formal por vezes atada aos grilhões dos formalismos e das métricas meramente somativas, esta Academia apresenta-se como uma metassíntese dessa insurgência epistêmica, política e literária!
Questionamos os ruídos do velho paradigma, o esgotamento da “Pedagogia do Estresse”, e conclamamos estudantes, educadores, intelectuais e gestores públicos a promoverem o resgate da educação pelo afeto e pela valorização da carreira docente. Para tanto, precisamos descolonizar as Ciências da Educação e as práticas educativas, devolvendo-lhes o lirismo e a impetuosidade que levam à transformação dos saberes! E aos que imaginam que sonhamos demais, deixo o ensinamento de que a aprendizagem e o prazer da descoberta constituem o sentido existencial fundacional da educação; portanto, tudo além disso é secundário e acessório.
Há quem nos diga que sonhar demais é um defeito. Quem nunca ouviu que um poeta ou um educador sonhador precisa “descer à realidade” e parar de ter a “cabeça nas nuvens”? Essa crítica, por mais prática ou ingênua que pareça, esquece um detalhe fundamental: todo o progresso humano, todas as descobertas e inovações que transformaram nossa sociedade nasceram primeiro como um sonho! Longe de ser um obstáculo, a capacidade de sonhar é o que nos permite transcender o óbvio, questionar o estabelecido e construir o novo. E a história da ciência, talvez o campo mais pragmático que exista, é a prova mais cabal disso. Se os sonhos fossem inúteis, como explicar que as maiores mentes da humanidade não apenas os valorizavam, como os adotavam como ferramenta de transformação da realidade?
Para começar, temos a célebre frase de Albert Einstein, que dizia: “A imaginação é mais importante que o conhecimento, porque o conhecimento é limitado, ao passo que a imaginação abrange o mundo inteiro”. Essa máxima do autor da teoria da relatividade mostra que, antes de qualquer equação, foi a capacidade de imaginar o impossível que o levou a revolucionar a física moderna. O visionário Nikola Tesla, cujas invenções ainda hoje moldam nossas vidas, costumava afirmar que “o presente é deles, mas o futuro é meu”, uma declaração de um homem que via muito além do seu tempo e não media esforços para transformar suas ideias em realidade, mesmo sob a descrença dos seus pares.
A própria essência da criação já foi resumida pela máxima de que tudo o que hoje está no plano da realidade foi, um dia, apenas imaginado. E o que seria de nós sem o combustível da imaginação? O astrônomo Carl Sagan nos lembra que “a imaginação muitas vezes nos leva a mundos que nunca existiram. Mas sem ela não vamos a lugar algum”. O mestre da física contemporânea, Stephen Hawking, completava esse ideal ao demonstrar que não há barreiras para a mente humana quando movida pelo desejo de desvendar o desconhecido. Esses depoimentos provam que a visão de futuro, a coragem de transcender o presente e a persistência diante das adversidades não são devaneios, mas sim os traços mais marcantes da criação e da inventividade. Mais do que discursos inspiradores, exemplos históricos provam que os sonhos foram o ponto de partida para descobertas que redefiniram o nosso mundo. O questionamento sobre o valor dos sonhos é antigo, mas a ciência brasileira também nos dá a resposta mais concreta possível: sonhar é o primeiro passo para transformar a realidade!
A história da ciência no Brasil está repleta de exemplos emblemáticos que confirmam essa presunção, mostrando que a pesquisa e a inovação nascem da capacidade de vislumbrar o amanhã. O renomado neurocientista Miguel Nicolelis, por exemplo, é taxativo ao afirmar que “os sonhos movem a ciência”. Para ele, a própria essência do fazer científico reside em desafiar o que parece inalcançável, lembrando-nos sempre de que a ciência nos ensina exatamente isso: não existe sonho impossível. Nessa mesma linha lírica, o educador e filósofo Rubem Alves nos presenteou com uma das mais belas metáforas sobre o tema ao asseverar que “todo conhecimento começa com o sonho”. Em sua visão poética, o saber não é um acúmulo estéril de dados, mas sim uma jornada em busca da “terra sonhada”, o que nos recorda que a ciência verdadeira se constrói fundamentalmente pela ousadia dos que se atrevem a sonhar.
Essa força propulsora também se manifesta no legado de Milton Santos, um dos maiores geógrafos do mundo, que nos ensina que o sonho não representa um estado de inércia ou alienação, mas um motor indispensável para a ação intelectual. Ao declarar que “o sonho obriga o homem a pensar”, ele nos deixa uma poderosa reflexão sobre como a capacidade de idealizar o futuro é o alicerce para o próprio desenvolvimento social. No cenário contemporâneo, a jovem biomédica Jaqueline Goes de Jesus, que liderou o sequenciamento do genoma do coronavírus no Brasil, tornou-se um símbolo dessa força na prática; ao ver seu esforço reconhecido, ela mesma afirmou que sua trajetória serve para mostrar que os nossos sonhos são materializáveis e que é, sim, perfeitamente possível alcançá-los. No mesmo diapasão, a cientista Mariângela Hungria, premiada internacionalmente por suas pesquisas pioneiras em sustentabilidade agrícola, revela que seu propósito de vida nasceu de um sonho de infância: o desejo puro e obstinado de contribuir para acabar com a fome no mundo através do poder da ciência.
Confrades, Confreiras Senhoras e Senhores,
Dentre os sonhadores que hoje tomam assento nesta Academia, distinguem-se mentes brilhantes que honram diferentes áreas do saber humano. Para cada um desses saberes, há na história universal um vate a iluminar os quadrantes olímpicos do porvir acadêmico, estabelecendo as balizas universais da nossa caminhada. Assim, na Literatura, inspiramo-nos na universalidade épica de Luís de Camões; enquanto nas Ciências somos guiados pela coragem empírica de Galileu Galilei; a Comunicação encontra sua força na eloquência republicana de Cícero; da mesma forma que a Medicina se ampara, desde a sua gênese, no compromisso ético de Hipócrates; e a educação vale-se dos lampejos da esperança freiriana, que inaugurou o verbo “esperançar!”
Essa constelação de saberes expande-se ainda mais ao olharmos para o Mecenato, personificado na generosidade visionária de Caio Cílnio Mecenas, e para a Política, que evoca a lucidez humanista de Rui Barbosa. Por fim, esse mosaico da inteligência e da sensibilidade humana completa-se na Cultura Popular, onde reverenciamos a ancestralidade sagrada de Mãe Menininha do Gantois. É, portanto, sob os influxos dessas grandes referências que celebramos a pluralidade e a riqueza intelectual dos que hoje passam a habitar os umbrais desta Casa.
Permitam-me deter, com a devida vênia, na figura do político — aquele a quem Aristóteles definiu como o ser social por excelência. Se Platão sonhou com o governo dos reis filósofos, Rui Barbosa advertiu com severidade: “A política é a ciência do bem comum; sem ela, as nações vagueiam ao léu.” O político autêntico não é o cortesão das conveniências rasteiras, mas o arquiteto do desenvolvimento social e o defensor da dignidade coletiva.
É moldado por essa têmpera republicana que acolhemos o confrade a quem ora homenageamos: o Deputado Federal André Fufuca, médico por vocação de cuidado, jovem realizador e homem de espírito público que ingressa nesta Arcádia. Busco na sabedoria mística do poeta Rumi o fio condutor para esta saudação: “A ferida é o lugar por onde a luz nos atravessa”. Vossa Excelência escolheu a medicina para mitigar as dores do corpo individual, e a política para curar as fraturas da alma social do nosso povo. Deste Vale do Pindaré, Vossa Excelência extrairá a têmpera e a legitimidade para as grandes lutas nas lides da República. Como profetizou Castro Alves: “O pobre, ao berço traz a liberdade / Como um condão que o cerca e faz ditoso.” Que este condão ético e o compromisso intransigente com o Vale do Pindaré guiem cada gesto de vossa vitoriosa trajetória pública.
(Solicito ao Cerimonial desta Augusta Casa que proceda à entrega da insígnia acadêmica ao Deputado André Fufuca.)
Entre nós, assume também assento nesta noite o estimado José Bento Francinete Luna, cuja generosidade o eleva à condição de mecenas e incentivador primordial desta Academia. À semelhança do antigo Mecenas da Roma clássica — que, embora não tenha grafado os versos da Eneida, garantiu que Virgílio e Horácio tivessem a paz, a independência financeira e o suporte material para imortalizarem suas obras —, José Bento Francinete Luna oferece a esta Casa o esteio concreto do patrocínio e o compromisso histórico de erguer a nossa sede física. É preciso lembrar que o grande protetor romano salvou Virgílio da ruína e lhe deu a tranquilidade necessária para fundar o maior poema épico do Império, assim como cultivou profunda amizade com Horácio, presenteando-o com a famosa propriedade rural da Vila Sabina para que pudesse compor suas célebres Odes e Sátiras longe das preocupações mundanas. Sem esse amparo logístico e generoso do passado, a humanidade seria mais pobre de beleza; da mesma forma, sem a sensibilidade visionária de José Bento Francinete Luna, o porvir desta instituição careceria do teto firme onde a inteligência do Vale do Pindaré passará a habitar.
(Solicito ao Cerimonial que realize a entrega da insígnia acadêmica ao confrade José Bento Francinete Luna.)
A esta altura, peço licença aos demais confrades e às confreiras que me escutam com generosa paciência para exaltar, neste instante de culminância lírica, a verve poética e criativa de duas mulheres que honram esta Casa com a palavra feita de fogo e afeto. Refiro-me às confreiras Luiza Cantanhede e Ana Liz.
Há na linhagem das poetisas brasileiras uma tradição telúrica de dizer o amor e a dor com delicadeza e altivez. Se Mario Quintana nos ensinou que o amor é quando a gente mora dentro do outro, Luiza Cantanhede e Ana Liz habitam visceralmente os seus versos e nos convidam a morar com elas nas moradas da linguagem. Adélia Prado confessou outrora: “Não quero faca nem queijo; quero a fome.” É precisamente essa fome de beleza, essa sede insaciável de nomear o indizível e dar forma ao invisível, que move a pena sublime dessas duas magistrais escritoras. Diante das agruras do mundo, Hilda Hilst nos lembrou: “Ama-me. É tempo ainda. Porque o amor é a única coisa que pode deter essa engrenagem de ferro.” E as nossas poetisas, entre rimas e prosas densas, escolheram o amor não como refúgio alienado, mas como a matéria-prima de um inesgotável desejo de justiça e emancipação. Afinal, como asseverou Cora Coralina, “nada do que vivemos tem sentido se não tocamos o coração das pessoas.” Luiza Cantanhede e Ana Liz tocam os corações e incendeiam as consciências; eis por que suas vozes são não apenas bem-vindas, mas rigorosamente indispensáveis à nossa sobrevivência poética e à integridade institucional desta Academia.
Todos nos sentimos representados pela força feminina de seus versos e, em seus nomes, cumprimento todos os confrades tocados pelo condão da imortalidade poética! Que elas continuem a “bordar” o mundo com suas palavras de fogo; a desobedecer ao silêncio historicamente imposto às mulheres e a cantar a existência em suas tantas farpas, faces e foices! Que a poesia feminina do Vale do Pindaré, por eles tão dignamente representada, ecoe para além das nossas sendas, calendas, praças, mundos, muros e sonhos.
A todos os que hoje se distinguem, seja no campo da literatura, das ciências, da educação, da comunicação, da medicina, do mecenato, da política ou da cultura popular, esta Academia outorga o direito ao panteão de pergaminho e tinta, concedendo-lhes a imortalidade simbólica que as eras não corroem.
Em um tempo em que, como outrora asseverou Rui Barbosa, “de tanto ver triunfar as nulidades, o homem chega a desanimar da virtude”, esta Casa ergue-se para combater o desencanto, laureando publicamente aqueles que servem à cultura e à sociedade com decoro, brilho e espírito republicano.
Que fique claro e manifesto: esta Academia não é um muro de isolamento para o cultivo de uma erudição estéril e narcísica. Ela é, antes e acima de tudo, uma trincheira de justiça cognitiva, um aparato soberano que outorga ao Vale do Pindaré o direito inalienável de nomear o mundo com sua própria voz e tinta. Justiça cognitiva é ousar afirmar que o saber do ribeirinho, a poesia dos artesãos e artesãs da palavra, a visão do político íntegro, a generosidade do mecenas, a insurgência do educador e o lirismo indomável de Ferreira Gullar possuem o mesmo valor ontológico e a mesma dignidade epistêmica que os saberes produzidos nos grandes centros metropolitanos e além-mar!
Gullar outrora nos ensinou que a busca pela poesia se confunde com a própria dimensão corpórea do poeta! Que nós tenhamos, portanto, a coragem de ser esse corpo coletivo feito de arte, criatividade, irreverência e resistência. Que no porvir, quando as futuras gerações olharem para a jornada que hoje inauguramos, possam exclamar, como o clássico Virgílio na sua Eneida, exaltando a superação da adversidade: “Talvez, um dia, nos alegre recordar estas horas.”
Viva a Academia de Letras do Vale do Pindaré, a casa viva de Ferreira Gullar! Viva a memória eterna dos nossos precursores! Vivas aos nossos homenageados e aos novos imortais! E viva a língua portuguesa, nossa pátria comum, onde o Vale do Pindaré encontra o Brasil e abraça o mundo por inteiro!
Era o que tinha a dizer. Muito obrigado!

Doutor Altemar Lima fez um discurso cirúrgico, que comoveu todos os confrades da Academia de Letras do Vale do Pindaré.
Parabéns, Altemar Lima!
Parabéns ao Sacada Literária pela divulgação!
O Sacada é sempre grato também à tua parceria, caríssimo poeta Paulo Rodrigues. Nossos parabéns ao acadêmico Altemar Lima e à instituição que recebe esse imprescidível homem das Letras e da Educação, a Academia de Letras do Vale do Pindaré.
Parabéns pela merecida posse e pelo belíssimo discurso.
Meus mais sinceros parabéns Dr. Altemar, como sempre sendo um ser tão brilhante quanto cirúrgico!